Rodrigo Soares · Sistemas reais com IA RT Company · Itapira, SP

RT Company · Sistema Integrado com IA

Quantos lugares você abre para saber se o pedido do cliente saiu?

Planilha do orçamento, caderno da produção, grupo de WhatsApp da expedição, papel na mesa do encarregado. Cada um com uma versão da verdade, e você é o único que enxerga a empresa inteira.

Para indústrias e fábricas Conversa sem custo Entrega por fases
Rodrigo Soares Atendendo
  • Diagnóstico sem custoEu entendo a operação e digo com franqueza se existe projeto ali
  • Proposta feita para vocêO que vamos fazer, em que ordem, e por quê
  • Primeira fase no arEscopo fechado, entregue funcionando e aceito por você
  • Você mexe no que é seuA entrega inclui deixar a sua equipe capaz de operar

Você nunca paga o projeto inteiro antes de ver uma parte funcionando.

A gente não vende sistema de prateleira.
A gente descobre por onde a sua fábrica dói, e começa por ali.

Começa pelo diagnóstico, não pelo software

Antes de falar de tecnologia, eu entendo a operação. Numa fábrica a dor está no comercial, noutra na organização fiscal, noutra na produção. Quem decide a ordem é a sua empresa, não o nosso catálogo.

Uma parte de cada vez

Você não aprova um projeto inteiro de uma vez, que é justamente a decisão adiada por anos. Aprova a primeira fase, ela entra no ar, e só então a gente combina a próxima.

A equipe sai sabendo operar

Trocar quatro sistemas soltos por um que só o fornecedor entende não resolve nada: só troca o dono da sua dependência. A entrega inclui deixar você capaz de mexer no que é seu.

Você reconhece a sua fábrica aqui?

  • Para responder um orçamento, alguém precisa procurar informação em três lugares.
  • Para saber se o pedido do cliente foi produzido, alguém precisa perguntar para alguém.
  • O mesmo dado é digitado duas vezes, e as duas versões discordam.
  • Aconteceu um erro e ninguém sabe quem fez nem quando.
  • Você viajou uma semana e a operação desacelerou, porque a empresa mora na sua cabeça.

Nada disso é falta de esforço da equipe. É a operação espalhada em sistemas soltos, e cada sistema solto cobra um pedágio todo dia.

Onde a sua empresa está hoje, e onde ela pode estar.

Hoje

Planilha do orçamento
Caderno da produção
Grupo de WhatsApp da expedição
Papel na mesa do encarregado

Depois

Um sistema só Venda, pedido, pagamento, produção e expedição no mesmo lugar, cada setor vendo o que lhe cabe.

Repare que nenhuma caixa da esquerda está errada sozinha. O problema não é a planilha nem o caderno: é que ninguém conversa com ninguém, e você é o único que enxerga as quatro ao mesmo tempo.

Toledo Metais: da venda até a entrega, num lugar só.

O Kaique, dono da Toledo Metais, procurou por três motivos, na ordem que ele mesmo colocou: queria mais controle dos setores, queria diminuir a quantidade de sistemas soltos que existiam lá dentro, e queria um sistema que ele próprio pudesse mexer quando precisasse.

Hoje a Toledo tem um sistema só, que cobre o caminho inteiro

  • o funil comercial e o orçamento, que antes viviam em dois sistemas separados
  • o pedido e o pagamento
  • a produção, com ordem gerada sozinha e máquina escolhida por critério
  • a expedição, com carga montada e rota organizada
  • o aviso automático para o cliente final, a cada etapa
  • painéis por área, cada um vendo o que lhe cabe

O que mudou: o comercial deixou de trabalhar em dois sistemas. Pedido não se perde. Retrabalho caiu. E quando algo dá errado, existe autor e hora registrados, em vez de discussão sobre quem foi.

“Antes, para saber se um pedido tinha saído, eu ligava para três pessoas. Viajei uma semana e a fábrica rodou sem eu precisar perguntar nada.”
Toledo Metais

Kaiqueproprietário, Toledo Metais

Começa por uma parte. Depois avança.

Nenhuma fábrica precisa aprovar um projeto inteiro de uma vez, e essa é exatamente a decisão que costuma ser adiada por anos.

  • Conversa de diagnóstico

    Sem custo. Eu entendo a operação, ouço as dores e digo com franqueza se existe projeto ali.

  • Proposta feita para você

    Com o que vamos fazer, em que ordem, e por quê. Nada de pacote de prateleira.

  • Primeira fase

    Escopo fechado, entregue funcionando e aceito por você antes de qualquer próximo passo.

  • As fases seguintes

    Uma de cada vez, cada uma com começo, fim e aceite. Você decide se e quando avança.

Por onde começar depende da sua fábrica. Numa a dor está no comercial, noutra na organização fiscal e financeira, noutra na produção. O diagnóstico é quem descobre.

Você vai saber mexer no que é seu.

Trocar quatro sistemas soltos por um sistema que só o fornecedor entende não resolve nada: só troca o dono da sua dependência.

Por isso a entrega inclui deixar a sua equipe capaz de operar, e você capaz de pedir mudança sabendo do que está falando. Foi literalmente o que o Kaique pediu antes de fechar, e virou parte do jeito como a gente trabalha.

Por fase

Você nunca paga o projeto inteiro antes de ver uma parte funcionando.

Cada fase tem escopo fechado, preço fechado e aceite seu. Você aprova a primeira, ela entra no ar, e só então a gente combina a próxima. Se depois da primeira você quiser parar, para: ela foi feita para funcionar sozinha, não para ser metade de alguma coisa.

A gente atende indústria.

É para você se

  • sua empresa fabrica, monta, corta, conforma ou industrializa alguma coisa
  • tem equipe
  • a operação já é complexa demais para planilha e pequena demais para um ERP de prateleira

Não é para você se

  • é comércio, revenda ou serviço sem produção

Não é falta de vontade: é que a nossa experiência está na indústria, e é lá que a gente entrega melhor.

Perguntas

Quanto custa?
Depende do tamanho da operação e de quantas fases fizerem sentido. Falo o valor na proposta, depois de entender o seu caso. Dizer um número antes disso seria chute.
Quanto tempo demora?
Depende do escopo. Cada fase tem começo, fim e aceite seu, e a gente combina isso por escrito antes de começar.
Vocês fazem ERP?
A gente faz o sistema que a sua operação precisa, que às vezes é menor que um ERP e às vezes é maior em uma área específica. O diagnóstico define.
E se eu já tiver sistema?
Ótimo. Boa parte do trabalho costuma ser integrar o que já existe em vez de jogar fora. O diagnóstico separa o que fica do que sai.
A conversa de diagnóstico custa alguma coisa?
Não. E se eu achar que não tem projeto aí, eu digo, e a gente não perde o tempo dos dois.

A bagunça não some sozinha.
E ela cobra um pedágio todo dia.

Responda cinco perguntas rápidas sobre a sua operação e eu retorno para marcar. Chamada ou visita, dependendo de onde você está. Se eu achar que não tem projeto aí, eu digo na conversa, e a gente não perde o tempo dos dois.

Quero uma conversa de diagnóstico
Quero uma conversa de diagnóstico